YANO-banner-obstrucao-do-canal-lacrimal

A OBSTRUÇÃO DO CANAL LACRIMAL é uma condição muito comum e, felizmente, benigna, na qual os únicos que sofrem são os pais, visto que o bebê é sempre assintomático e nem percebe que tem algo errado com os seus olhinhos.

Quando o bebê dá o primeiro choro, a lágrima é empurrada através do ducto nasolacrimal e, por fazer uma pressão muito grande sobre aquela membrana, geralmente consegue rompê-la, tornando livre a passagem da lágrima até o nariz e, conseqüentemente, à garganta. Isso é o que acontece na maioria dos bebês.

Em cerca de 1/3 dos bebês o primeiro choro não é suficiente para romper a membrana.

Nesses casos, a lágrima não pode ser drenada para o nariz e se acumula nos olhos, fazendo com que estejam sempre molhados, a qualquer hora do dia. Isso não traz nenhum desconforto para a criança, ainda que se acumule uma pequena quantidade de secreção mucosa no canto dos olhos. No entanto, os olhos devem ser constantemente limpos com lenços de papel descartável para evitar que sofram contaminação e se transformem em conjuntivite.

Cerca de 80% dos casos de obstrução do ducto nasolacrimal se resolvem espontaneamente até que a criança complete o primeiro ano de vida. Mas alguns pais não conseguem ficar apenas esperando que tudo se resolva com o tempo, então o oftalmologista pode orientar como fazer uma massagem no canto do olho (bem próximo do nariz) para abreviar o problema.

Essa massagem força a lágrima através do ducto nasolacrimal, e a pressão aumentada no interior do ducto pode fazer com que a membrana se rompa, resolvendo definitivamente a obstrução.

Para mais informações, consulte nosso oftalmologista (63) 3214.6800.